segunda-feira, agosto 16



Disperto o meu ser para o mais profundos e escuros sentimentos, onde perco minha fé e derramo meu própio vinho. Tento manter a força , quero ter mais poder, disparo contra a parede que fui preso, as correntes machucam e retiram meus pelos. O ódio é incondicional, uma energia que minha'alma toma como água suja por porcos do inferno. Grito para minhas trevas, pucho as correntes mais uma vez. Meus pulsos fortes sangram ao abraço torturados das presas. A brasa ardente causadora da dor humana, me faz gozar de prazer. Ô brasa amiga, mais uma vez, mais uma vez. Engradado pelo meu silêncio, já não absorvo os ardores do ferro quente do satanás, estou livre e elevado. Meu sorriso tornou-se mais corvenoso, e aos bois pretos, meu mais destestável e duradouro sofrimento.

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